O
s índios Carijós, primeiros habitantes da Ilha, deram duas denominações: Meiembipe ( lugar acima do rio ) e Jurerê-Mirim ( boca-pequena ). Em 1675, o bandeirante Francisco Dias Velho trouxe sua família à Ilha e nela fundou a povoação com o nome de Nossa Senhora do Desterro. De 1748 a 1756, imigraram cerca de 6000 açorianos para a Ilha.

     A denominação de Ilha de Santa Catarina que posteriormente abrangeu todo o Estado, foi dada por Sebatião Caboto, provavelmente em homenagem á sua mulher, Catarina de Medrano. Todavia, o espírito religioso de seus habitantes transferiu tal homenagem exclusiva para a padroeira do Estado, Santa Catarina de Alexandria, mártir do cristianismo. Em 1894, a cidade passou a denominar-se Florianópolis, em homenagem a Floriano Peixoto, líder da Revolução Federalista de 1893.

     O município de Florianópolis está assim configurado: dividido por duas porções de terras, uma refere-se a Ilha de Santa Catarina que possui uma área de 424,4 Km2 de forma alongada, no sentido norte-sul - 54/18km ( a leste  é  banhada  pelo  oceano

Atlântico, a norte pela baía norte e a sul pela baía sul ). Situada paralelamente ao continente, é separada por um estreito de 500 metros de largura, com uma profundidade média de 28 metros, formando duas baías norte e sul.

    Unindo as duas porções do município temos três pontes, Governador Hercílio Luz, Governador Colombo Salles e Governador Pedro Ivo. A área do relevo, voltada para o continente (costa oeste), apresenta abundância de planícies onde aparecem os mangues. Para o outro lado do Atlântico o declive é mais íngrime e proporcional a acumulação de areia (dunas e praias muito extensas). A outra porção localizada na área continental, tem a área de 12,1 Km2 e, é conhecida como continente limitando-se a oeste com o município de São José.

    Trinta e seis ilhas rodeiam a ilha de Santa Catarina. apresentam em sua maior parte uma forma alongada e esguia. Dentre elas, destacam-se por sua singular beleza as ilhas de Anhatomirim (onde encontramos uma enorme fortaleza), do Arvoredo (reserva ecológica), do Campeche (com estrutura de lazer), entre outros.

    Predomina atualmente as pastagens implantadas, de vegetação secundária pioneira, capoeiras, algumas florestas primárias e secundárias, mangues e restingas.

    Em ambientes aquáticos predominam moluscos (berbigão, ostras e mexilhões), crustáceos (siris e camarões) e grande variedade de peixes além de golfinhos e lontras (residentes) e baleias migratórias. Já em ambiente terrestre entre répteis já foram identificados mais de trinta espécies de cobras e lagartos, enquanto que nos mamíferos silvestres gambás e morcegos, macaco-prego e a coati são os qua mais se destacam.

    No total são 25 áreas consideradas de conservação. Entre elas, Parque Florestal do Rio Vermelho, Parque Municipal da Lagoa do Peri, Parque Horto-Florestal de Canasvieiras, Parque Estadual do Tabuleirinho (sul da ilha), dunas, Parque Municipal da Galheta e mangues. Visite Folianópolis.o

 

Museu Histórico de Santa Catarina

Criado em 1977 é especializado na história de nosso Estado. Está localizado no Palácio Cruz e Sousa, na Praça XV de Novembro, no coração da cidade. Presume-se Ter sido construído entre 1770/80 e serviu de sede para o poder executivo estadual até o ano de 1985. Seu nome homenageia o poeta catarinense de maior expressão no movimento simbolista do Brasil.

Museu de Artes de Santa Catarina

Surgiu em 1949, inicialmente com a denominação de Museu de Arte Moderna de Florianópolis, fruto do esforço de grupo de catarinense conhecido como grupo Sul. Com a construção do CIC- Centro Integrado de Cultura na década de 80, foi projetado um espaço especial para o museu que passou a se chamar MASC – Museu de Arte de Santa Catarina. Em seu acervo encontra-se obras de Di Cavalcanti, Djanira, Portinari, Pancetti, Burle Marx, além do catarinense Eduardo Dias, Rodrigo de Haro, Meyer Filho, Hassos, Elke Hering, Rubens Oestroen, entre outros.

O atendimento é de Terça a Sexta-feira das 13:00 às 22:00 horas, sábados, domingos e feriados das 15:00 às 22:00 horas. Fica na Av. Irineu Bornhausen, 5.600 na Agronômica e o telefone é (048) 234-2166.

Museu de Armas Lara Ribas

Situado sobre a ponte Hercílio Luz no Forte de Sant’Ana. Abre Segunda das 14:00 às 18:00h, terças a domingos e feriados das 8:00 às 12:00h e das 14:00 às 18:00h. Telefoe: (048)229-6263.

Museu Etnológico Ribeirão da Ilha

Fica na Rodovia Baldicero Filomeno, 10.106 no Ribeirão da Ilha. O atendimento é de treça à Sexta-feira das 10:00 às 12:00h e das 13:00 às 18:00h. Nos fins de semanas e feriados abre das 12:00 às 18:00h. O ingresso custa R$ 2,00 sendo que criança até 10 anos não pagam. Telefone: (048) 237-8148.

Museu Victor Meirelles

Contém obras e documentos do renomado artista. Fica na Rua Victor Meirelles esquina com Saldanha Marinho, no Centoro.